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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Ter ou não ter filhos?

Conheça e entenda os motivos que devem levar os casais a decidirem ter ou não ter filhos.

ter ou nao ter filhos 150x150 Ter ou não ter filhos?
É cada vez mais comum encontrar casais que optam por postergar ou simplesmente não terem filhos. Antigamente os filhos  estava obrigatoriamente inclusos no pacote do casamento e quem não os tinham eram discriminados e a mulher chamada de “seca”. A mulher cuidava da casa e dos filhos e o homem era o provedor. Com a mulher indo para o mercado de trabalho, o número de filhos foi diminuindo drasticamente, nossas bisavós e avós tinham 10, 12 filhos e muitos partos eram feitos em casa. Não havia a facilidade de médicos e contraceptivos como nos dias atuais.
Outra questão são os avanços da medicina que possibilitam postergar a gravidez  cada vez mais, fazendo com que a idade tardia não se torne um empecilho para quem quer ter filhos. Portanto podemos dizer que a decisão de ter ou não ter filhos está mais fácil? Do ponto de vista de informação e contraceptivos sim, porém ainda existem muitas cobranças  em relação ao casal e principalmente a mulher.
A gravidez (ou a possibilidade dela) convida a mulher a voltar à infância, quando brincava de boneca e já dava seus primeiros passos rumo à maternidade. A relação que essa criança tem com a boneca, com a mãe, com os irmãos e como ela constrói a idéia do que é ser mãe serão fatores importantes para sua decisão. Por exemplo, uma menina que cresceu vendo sua mãe falando sobre os sonhos que nunca conseguiu realizar por causa dos filhos, quando adulta ela terá dificuldade de abrir mão de sua liberdade em prol da gravidez.
Por isso a  mulher que não quer ter filhos deve questionar se  sua decisão é uma opção ou um trauma de infância. É claro que existem as duas opções e na dúvida é válido procurar ajuda, principalmente para  evitar que o arrependimento apareça. Quem não conhece aquele homem que não queria filhos e depois virou um “pai-babão”?
Mas, qualquer que seja a decisão, ela acarretará ganhos e perdas, se sua decisão está com muitas mais perdas do que ganhos é melhor repensá-la. Também não podemos falar o que se ganha ou o que se perde, pois varia de acordo com  os valores cada pessoa. O importante é pensar que a escolha foi sua. Quem renuncia à maternidade não deverá, no futuro, responsabilizar o parceiro pelo sonho não realizado. Da mesma forma que a mulher que aceitou ser mãe também não deve responsabilizar o outro, por exemplo:  “Estou tendo um filho por você”.
Seja qual for sua decisão, conhecendo as razões você terá mais tranqüilidade para lidar com as frustrações dos outros. Ninguém tem por obrigação ter um filho. Se a experiência é favorável para você ou não, isto somente poderá ser decido por você.
Seja feliz.

A hora certa para morar com ele

Antes de juntar as escovas de dente é preciso analisar todos os prós e contras que envolvem a decisão

hora certa morar juntos 150x150 A hora certa para morar com ele
O namoro está correndo às mil maravilhas até agora, tudo muito bom e o amor é tanto, que já não faz mais sentido que cada um fique no seu canto. Vocês concluem que chegou a hora de dar mais um passo no relacionamento e passar a dividir o mesmo teto.
Ao mesmo tempo em que você pensa na possibilidade de poder dormir abraçada nele todas as noites, em cuidar um do outro, fazer tudo sem ter hora para voltar para casa, vem aquele friozinho na barriga e a dúvida: Será que é a hora certa para morar juntos?
Se está ou não na hora de juntar as escovas de dente, só você vai saber. Mas antes de tomar a decisão, é preciso levar em conta que algumas mudanças vão ocorrer e você precisa considerar os prós e os contras de morar com o namorado.
Quando se mora junto, algumas tarefas não são nada românticas na rotina de um casal, como pagar contas e dividir tarefas domésticas, por exemplo. É preciso ainda saber lidar com a falta de privacidade e os dias de mau humor, que acontecem com qualquer pessoa.
Por outro lado, as coisas boas em dividir a casa com o namorado podem fazer tudo valer a pena. Se você está vivendo este dilema, a dica é não ter pressa e analisar todos os pontos quantas vezes for preciso. A convivência na mesma casa pode sim ter sucesso, mas tudo depende de você e do seu namorado. Com muito amor, cumplicidade e tolerância é possível superar os pequenos problemas do cotidiano

Falta de desejo sexual

Conheça os motivos que afetam o desejo sexual feminino

falta de desejo sexual 150x150 Falta de desejo sexual

A falta de desejo sexual é um problema que afeta mais mulheres do que se imagina. Muitas delas ficam angustiadas por não conseguirem satisfazer o parceiro e relacionam a perda do desejo com o desgaste do relacionamento. O que elas não se dão conta ou muitas vezes não sabem, é que problemas físicos e psicológicos também podem afetar a libido e podem ser as causas do comportamento de virar para o lado e dormir na hora da intimidade. Alguns detalhes como auto-estima elevada, mente relaxada e conhecimento do próprio corpo podem fazer toda a diferença.

O que causa a falta de desejo sexual feminino?

Na maioria das vezes, a origem do desinteresse é psicológica. A insatisfação com a vida pessoal, o estresse por causa do trabalho, contas para pagar, tensão, preocupação com os filhos e até mesmo medo do desempenho sexual e o comportamento do parceiro podem afetar o desejo feminino. Além dos fatores emocionais, a falta de desejo feminino pode ser causada por alterações hormonais de testosterona, responsável pelo apetite sexual e o estrogênio, hormônio básico da mulher. As oscilações de estrogênio durante o ciclo menstrual e após a ovulação deixam algumas mulheres mais sensíveis. Também há relação entre menopausa e desejo sexual. Na menopausa o problema pode ser mais crítico, é a fase em que o corpo da mulher para de fabricar o estrogênio e há mais chances de surgir a depressão, que acaba com o desejo sexual.

Como recuperar o desejo sexual?

O primeiro passo é conversar com seu ginecologista para checar se a falta de desejo sexual está associada somente a preocupações externas ou se existe um problema orgânico envolvido. Com o diagnóstico do médico é possível resolver o problema, existem tratamentos para recuperar o interesse pelo sexo. Em alguns casos, somente o uso de medicação pode ajudar bastante. É possível também repor através de remédios os hormônios que o corpo da mulher deixa de produzir naturalmente.
Quando seu organismo está saudável e suas emoções equilibradas, você se sente mais disposta e o desejo sexual reaparece. Outra forma de resolver o problema é tentar estabelecer um diálogo aberto com seu companheiro, com bastante sinceridade. Tente também deixar o estresse e as preocupações de lado por alguns momentos e seja feliz, permita-se desfrutar de momentos de intimidade.

Falta de desejo sexual na gravidez

Com a gravidez, o corpo se transforma e o desejo sexual também. Muitas mulheres ficam inseguras, acham que não são mais atraentes para o parceiro e acabam deixando o sexo de lado durante a gestação. Outra dúvida que afeta a vida sexual das futuras mamães é se o ato pode machucar o bebê. Na verdade isso não passa de um mito, manter as relações sexuais durante a gravidez é muito saudável. Algumas posições podem ser incômodas por causa da barriga, mas o casal deve experimentar diversas formas, até encontrar a mais confortável. A prática só deve ser evitada se a mulher tiver complicações na gravidez, como sangramentos, por exemplo.

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